Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.
No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:
- 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
- 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
- 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.
Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.
Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.
Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.
História
Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.
Características
O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.
A Panzerfaust é uma arma alemã utilizada durante a segunda guerra mundial. Tinha o objetivo de servir como um destruidor de carros de combate e foi criada devido a grande falta de blindados na wehrmacht, sendo a solução para destruir carros de combate soviéticos e aliados em ambas as frentes de combate.
Apesar de ter sido uma boa arma anticarro não foi capaz de suplantar a enorme reserva de carros de combate aliados, dentre eles o aperfeiçoamento da blindagem e a quantidadade enorme de carros de combate inimigos.
O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).
Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.
A Estrada Intendente Magalhães é uma via da cidade do Rio de Janeiro, que liga os bairros de Campinho a Vila Valqueire.
É nesta avenida onde se situa as escolas de samba Tradição e União de Jacarepaguá, além de abrigar os desfiles das escolas de samba dos Grupos de acesso C,D e E.
Nesta avenida estão prédios residenciais de médio e alto padrão e também muitos centros comerciais de venda de carros.
O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).
Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.
Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.
No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:
- 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
- 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
- 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.
Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.
Um carro alegórico, é uma alegoria onde pessoas vão em cima desfilando. O carro que vem na frente do desfile é chamado de Carro Abre-Alas e é ele que leva o nome da escola. Os carros alegóricos podem ser tanto grandes como pequenos, geralmente é usado muita luz,plumas e brilho para fazer estes carros. Os maiores carros atingem até 13 metros de altura e 60 de coprimento, dificultando a entrada na avenida. Estes carros geralmente são empurrados pos pessoas que ficam embaixo do carro.
A CTM2000 é uma categoria do automobilismo brasileiro. Foi idealizada por iniciativa da empresa cearense Nordeste Sport Motor com sede em Fortaleza. A principal imfluência de estilo de campeonato e organização é a DTM alemã, que também serviu de base para a categoria argentina TC2000. No Brasil a CTM2000 pretende ser uma categoria de base, pelo seu baixo custo. No desenvolvimento do projeto da categoria e competição, a empresa fez uma mudança no nome acrescentando o subtítulo de Stock Nordeste, aludindo ao fato de ser uma categoria onde os carros, apesar de serem todos motando sem senhuma correlação com carros de montadoras, tem semelhanças com os carros da Stock Car Brasil, que faz uma correlação com os carros das grandes montadoras.
O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).
Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.