Carros. Esquadrão

Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.

No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:

  • 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
  • 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
  • 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.

Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.

Carros. Distância entre os eixos

A distância entre os eixos é a distância entre os centros das rodas dianteira e traseira.
Geralmente, quanto maior a distância entre os eixos, maior será o conforto no interior do veículo. Isto explica o fato de carros maiores possuirem mais conforto e também mais espaço interno em relação aos carros menores.

Carros comerciais. Alegoria carnavalesca

Um carro alegórico, é uma alegoria onde pessoas vão em cima desfilando. O carro que vem na frente do desfile é chamado de Carro Abre-Alas e é ele que leva o nome da escola. Os carros alegóricos podem ser tanto grandes como pequenos, geralmente é usado muita luz,plumas e brilho para fazer estes carros. Os maiores carros atingem até 13 metros de altura e 60 de coprimento, dificultando a entrada na avenida. Estes carros geralmente são empurrados pos pessoas que ficam embaixo do carro.

Carros comerciais. Formula D

É um campeonato que começou inicialmente no Japão, cuja inspiração teve inicio num piloto japonês, chamado Kunimitsu Takahashi, criador da técnica em 1970 e se expandiu por todo mundo.

Em Portugal foi feita uma apresentação no Porto no Circuito da Boavista e a abertura de uma escola de condução para este campeonato os carros utilizados são os Subarus da Yukes.

Os carros utilizados em drift são bastante leves ficando por cerca de 1200 Kilos cada, é retirado praticamente tudo o que não faz falta, como: forros, todos os bancos deixando só o do piloto, mas alterando para um desportivo, alcatifas protecções em plástico entre outras.

No Japão os carros mais utilizados são o Nissan Silvia/180SX, Toyota AE86, Mazda RX-7, Nissan Cefiro (versão com tração traseira), Nissan Laurel, Nissan Skyline (com tracção traseira), Nissan Fairlady Z, Toyota Altezza, Toyota Soarer, Honda S2000, e Mazda Miata. Ja a competição de drift nos EUA utiliza versões locais desses carros (tais como Nissan 240SX e o Corolla GT-S de Toyota) e os carros americanos de alta performance tais como o Ford Mustang, Dodge Viper, e Pontiac GTO. Os drifters em outros paises geralmente usam carros locais, tais como o Ford Escort (Ucrânia e Irlanda), BMW Série 3 (em outras partes da Europa), Porsche, ou Volvos.

Os carros FWD (com tracção dianteira) não são permitidos nos torneios de drift como o D1GP.

Os carros AWD (com tracção nas quatro rodas, conhecidos também como 4WD ou 4×4), como o Subaru Impreza WRX STi, e Mitsubishi Lancer Evolution possuem drift de ângulos bem diferentes. D1 e outras competições profissionais não permitem carros AWD. Então, carros como o Impreza e o Lancer são convertidos para RWD para poderem competir nos torneios.

Carros. De Lorean Motor Company

De Lorean Motor Company (DMC) foi uma empresa automobilística irlandesa fundada por John De Lorean em 1975.
O De Lorean ficou mundialmente conhecido por ter sido usado no filme Back to the Future (br: De volta para o futuro — pt: Regresso ao futuro) de 1985, dos diretores Michael J. Fox e Christopher Lloyd.

Um número muito grande dos carros originais ainda estão nas ruas tendo sido passado 25 anos, a maioria das estimativas calcularam que cerca de 6,500 carros sobreviveram dos 9,000 produzidos. Há uma comunidade muito ativa hoje em dia em torno dos carros, com clubes e proprietários apaixonados pelos carros.

Há informações que a DMC pretende voltar a produzir os carros, que é muito raro hoje em dia para a compra.

Carros. Rally Grupo B

O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

Carros comerciais. Lowrider

Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.

Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.

História

Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.

Características

O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.

Carros comerciais. Escuderia Bandeirantes

A Escuderia Bandeirantes foi uma equipe de Formula 1 e outros torneios criada na Europa por Chico Landi, usando carros usados da Maserati.

Em 1952, Chico Landi criou a Escuderia Bandeirantes, com três Maserati A6GCM, para disputar grandes prêmios na Europa. Gino Bianco acompanhou-o para ser um dos pilotos. Além dos dois brasileiros, a Escuderia Bandeirantes teve o uruguaio Heitel Cantoni e, em uma corrida, o argentino Alberto Crespo. Os carros dos brasileiros eram pintados de amarelo e tinham rodas verdes – era a pintura nacional exigida pela FIA. Não era uma equipe rica: inscreveu-se apenas em quatro GPs, às vezes com somente dois carros, e seu melhor resultado foi o 8º lugar de Landi no GP da Itália.

Carros. Lowrider

Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.

Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.

História

Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.

Características

O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.

Carros. Formula D

É um campeonato que começou inicialmente no Japão, cuja inspiração teve inicio num piloto japonês, chamado Kunimitsu Takahashi, criador da técnica em 1970 e se expandiu por todo mundo.

Em Portugal foi feita uma apresentação no Porto no Circuito da Boavista e a abertura de uma escola de condução para este campeonato os carros utilizados são os Subarus da Yukes.

Os carros utilizados em drift são bastante leves ficando por cerca de 1200 Kilos cada, é retirado praticamente tudo o que não faz falta, como: forros, todos os bancos deixando só o do piloto, mas alterando para um desportivo, alcatifas protecções em plástico entre outras.

No Japão os carros mais utilizados são o Nissan Silvia/180SX, Toyota AE86, Mazda RX-7, Nissan Cefiro (versão com tração traseira), Nissan Laurel, Nissan Skyline (com tracção traseira), Nissan Fairlady Z, Toyota Altezza, Toyota Soarer, Honda S2000, e Mazda Miata. Ja a competição de drift nos EUA utiliza versões locais desses carros (tais como Nissan 240SX e o Corolla GT-S de Toyota) e os carros americanos de alta performance tais como o Ford Mustang, Dodge Viper, e Pontiac GTO. Os drifters em outros paises geralmente usam carros locais, tais como o Ford Escort (Ucrânia e Irlanda), BMW Série 3 (em outras partes da Europa), Porsche, ou Volvos.

Os carros FWD (com tracção dianteira) não são permitidos nos torneios de drift como o D1GP.

Os carros AWD (com tracção nas quatro rodas, conhecidos também como 4WD ou 4×4), como o Subaru Impreza WRX STi, e Mitsubishi Lancer Evolution possuem drift de ângulos bem diferentes. D1 e outras competições profissionais não permitem carros AWD. Então, carros como o Impreza e o Lancer são convertidos para RWD para poderem competir nos torneios.